Base de conhecimento · Medição
Como usar um OTDR Tribrer e tirar os arquivos dele
Esta página trata dos Tribrer TB-700 e TB-720 e do AOR500 de bolso: o que significam o menu e as teclas, o que é preciso ajustar para medir, onde o equipamento grava os arquivos e como copiá-los para o computador. O texto segue os manuais do usuário dos equipamentos com palavras nossas. Os rótulos da tela e das teclas estão entre aspas ou em maiúsculas, como aparecem impressos.
Esses equipamentos gravam a curva num arquivo .sor padrão, e o TB-700 grava o resultado do OLA SE como .tor. Os dois abrem aqui no navegador.
Autor: Ilya (engenheiro, 6 anos em fibra óptica) ·
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O que significam o menu e as teclas
Ao ligar, o TB-700 e o TB-720 abrem um menu principal de ferramentas. O AOR500 não tem esse menu: a tecla MENU passa por quatro páginas, que são os arquivos, os ajustes de medição, os ajustes do sistema e a página de informações.
Menu principal
Os blocos são Mini OTDR, OLA SE, OPM, Loss Test, Distance Test, Sequence Test, OLS, VFL, LED light e System Settings. OPM é o medidor de potência, OLS a fonte de luz e VFL o laser vermelho para achar rompimentos. O OLA SE dá o resultado como uma visão geral do enlace, com o local de cada evento e uma marca PASS ou FAIL, e o grava como arquivo .tor.
Teclas do TB-700
SCAN inicia uma medição, e apertar de novo a interrompe. SETTING abre os ajustes da ferramenta atual. SAVE guarda o resultado ou abre a lista de arquivos. MARKER escolhe o cursor, e ZOOM com as setas muda a escala da curva; ESC volta à vista completa.
Teclas do AOR500
Dois botões iniciam a medição, um para tempo real e outro para média. Há dois cursores, A e B. O botão de marcador alterna entre eles, esquerda e direita movem o cursor, e cima e baixo pulam para o evento anterior ou o seguinte. ENTER mostra a lista completa de eventos. Para dar zoom, segure o botão de zoom e aperte uma seta.
Ajustes de medição
O guia do AOR500 explica cada ajuste. "Scan Mode" é manual ou auto, e no auto o equipamento ajusta sozinho a faixa e a largura de pulso à fibra. "Range" é definido conforme a fibra, normalmente um degrau acima do comprimento dela. Um "Pulse Width" curto separa eventos próximos e um longo alcança longe; o guia sobre a largura de pulso mostra o que se ganha e o que se perde. "Average Time" é o tempo durante o qual a curva se acumula.
Três limiares decidem o que entra na tabela de eventos. "Splice Loss": uma perda acima desse valor entra na lista como evento. "Reflection Threshold": o mesmo para uma reflexão. "End Threshold": uma perda acima desse valor é tomada como fim da fibra. Se uma emenda pequena não está na tabela, olhe aqui primeiro. O guia sobre o limiar de detecção traz os detalhes.
"Refractive Rate" é o índice de refração da fibra. Todas as distâncias dependem dele, então tire o valor dos dados de fábrica do cabo; o porquê está no guia sobre o índice de refração. "Scatter Coefficient" é o valor de retroespalhamento da fibra. O TB-700 e o TB-720 listam os mesmos ajustes com os mesmos nomes, sem as explicações. Nenhum desses manuais tem ajuste de bobina de lançamento, então o comprimento dela é descontado das distâncias à mão.
Não ligue uma fibra com sinal. O manual do TB-700 diz que uma fibra ativa pode danificar o equipamento e que esse dano não é coberto pela garantia. Com "Optical detector" ligado, o equipamento verifica se há sinal na fibra antes de medir e para se encontrar algum.
Onde ficam os arquivos
O AOR500 guarda todas as curvas no cartão TF, como .sor. As pastas levam o nome da data em que o arquivo foi salvo. O nome padrão do arquivo é a hora, o minuto e o segundo do primeiro salvamento, e com "Automatic naming" ligado entra depois dele um número sequencial de quatro dígitos.
O TB-700 tem memória interna e aceita cartão TF como opcional. SAVE abre um teclado para o nome do arquivo, e com "Auto Name" ligado em System Settings o equipamento dá o nome sozinho. A mesma tecla abre a lista de arquivos, onde dá para renomear ou apagar um arquivo. A curva é salva como .sor e o resultado do OLA SE como .tor. O TB-720 mostra as mesmas pastas por data na lista de arquivos e guarda ali também as capturas de tela.
Como passar os arquivos para o computador
Os três se conectam por cabo USB. O AOR500 tem uma porta mini USB: ligue o cabo e, nas palavras do guia, o PC mostra um ícone de disco novo com os dados dentro. Copie as pastas por data de lá.
No TB-700 a porta é Type-C, e a conexão é ligada em System Settings. "USB Connection" liga o equipamento ao PC para exportar dados. "OTG" só aparece com um cartão TF inserido: exporta os dados do cartão e deixa o equipamento livre para uso nesse meio-tempo. O TB-720 tem a mesma função como um botão na tela.
Os manuais não citam nenhum programa para o computador. O da própria Tribrer é o OTDR Assistant, para Windows. Para olhar um arquivo, você não precisa dele.
Com os arquivos no computador, abra-os aqui: clique em Abrir arquivo ou arraste para a janela um arquivo ou uma pasta de data inteira. Você vê a curva, a tabela de eventos que o equipamento gravou e os parâmetros de aquisição. Um arquivo .tor também abre, e cada curva dentro dele aparece como uma curva à parte. A folha em PDF da curva e um link para um colega são feitos aqui mesmo, de graça.
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O OTDR Master é um serviço independente dos fabricantes e vendedores de equipamentos. Tribrer é marca da Zhejiang Tribrer Communication Technology.